Nada contra os esportes americanos, as ligas sob siglas, essas porras todas. Até gosto de ver algumas coisas. Mas um alerta: você não precisa ser retardado para acompanhar nada disso. Pessoas normais também o podem. Por favor, alguém me explique o que é esta porcaria na página D8 da Folha de ontem, sob o título “Pubs da cidade abraçam evento norte-americano”:

“Ao contrário de uma final em qualquer outra modalidade, incluindo a Copa do Mundo, tudo que cerca a partida é capaz de gerar tanto burburinho quanto os touchdowns (jogada máxima do esporte)”

Ahã. Sei. Os tátchdóun geram burburinho, compreendo. Eu, que vejo uma partida da – ahá – NFL por ano, duas no máximo, sei que o tátchdóun gera uma reação parecida com a do gol. Burburinho é o que o rapaz – ou moça – que escreveu isso sentiu nas pregas, enquanto escrevia, porque estava muito emocionado(a) em falar sobre a ÉNÉFÉL, compreendem?

E essa foi só uma das inúmeras frescurinhas associadas ao evento do… Superból, tá certo?

Escrevam sobre o que lhes vier à veneta – há público para quase tudo. Mas mantenham o mínimo de compostura. Pelamor.

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